
| Convenção Autárquica do PSD Amarante |
|
|
|
| Escrito por Administrator | |||
| Domingo, 10 Junho 2007 20:09 | |||
O PSD de Amarante, através da sua Comissão Política de Secção, realizou em Amarante, no passado Sábado, 9 de Junho, uma Convenção Autárquica, em Sta. Luzia, no Cinema Teixeira de Pascoaes.![]() Sem que houvesse um tema específico definido, uma vez que se pretendia o mais abrangente possível, dentro do espírito autárquico, o evento teve início pelas 15h 30min, começando com a apresentação de um vídeo realizado pela CPS, onde foram evidenciados alguns dos aspectos, muito negativos, que vão proliferando pela Cidade e pelo Concelho e que o PSD quer ver melhorados já. Com a Mesa da Convenção constituída pelo Dr. Agostinho Branquinho (Deputado na Assembleia da República e Presidente da Comissão Política Distrital do PSD PORTO), pelo Dr. Abel Afonso (Presidente da Mesa do Plenário do PSD Amarante), pelo Eng. Alberto Sampaio (Presidente da Comissão Polírica de Secção do PSD Amarante), pela Dra. Amélia Oliveira (Líder da Bancada do PSD na Assembleia
O Presidente da Distrital, Dr. Agostinho Branquinho, agradeceu o convite e lembrou a utilidade deste tipo de realizações, que ajudam a criar um projecto político pensado, delineado e credível. Chama-se a isto “fazer o trabalho de casa”. Começou por referir que muitas das imagens passadas no vídeo, lhe eram familiares desde Maio, aquando da visita dos deputados e da realização da reunião da CP Distrital alargada em Amarante. Afirmou ainda que a gestão autárquica socialista em Amarante é uma gestão sem sabor.
O Vereador Maj. João Sardoeira começou por fazer uma breve exposição da forma como pretende fazer/estar na política. De forma irónica referiu o actual padrão de medida de modernidade e de desenvolvimento de uma Cidade. “Ter rotundas, restaurantes chineses, fitness”... Afirmou que o governo socialista deixou cair Amarante no esquecimento. Amarante neste momento está desorientada. Considera que há três vectores de desenvolvimento que devem ser seguidos para Amarante: Turismo, Cultura e Ambiente. Lembrando o provérbio que diz: “não há futuro sem passado nem presente sem futuro” enumerou uma sucessão de conceitos onde defende a sua aplicação: Indústria instalada e a instalar; Quadros superiores; Serviços de Suporte; Instituto de pesquisa; Condições de facilidade para quem nos visita; Levantamento e catalogação de todo o Património cultural, histórico ambiental; Turismo e definição da cidade que queremos: Cidade dormitório ou cidade com vida própria. Finalizou com uma pretensão: quer ver uma cidade e um concelho planificados partindo de três D: Diversificar, Desenvolver, Divulgar.
O Prof. Sérgio (Vogal da CPS PSD Amarante), com um contributo desenvolvido sob o tema “Amarante deveria estar na moda”, abordou o desporto e as suas envolvências no Concelho. Falou da forma privilegiada que Amarante poderia gozar nas suas diversas vertentes - a Serra do Marão e todas as oportunidades que daí poderiam advir: Pecursos pedestres, Trilhos TT (automóveis, motos, bicicletas), Parapente, Escalada, Rapel; o rio e todas as oportunidades inerentes; o Golfe; o Parque florestal. Falou das dificuldades sentidas pelas Associações, que por si só poderiam e deveriam fomentar toda a prática desportiva, mas que acabam por não o conseguir. Alertou para a falta de criação ou motivação de eventos que levem a gerar outra dinâmica desportiva no Concelho. Alertou para os grossos subsídios dados ao Amarante F.C e ao Atlético C. de Vila Meã e pergunta se os mesmos estão efectivamente a servir os verdadeiros propósitos, que são os de permitir uma boa prática desportiva das camadas jovens e amadoras. Por último deixou a pergunta: Amarante, com todas as oportunidades que possui e apoiada nos equipamentos existentes, não deveria estar na moda? Interroga-se se não deveria haver um maior fluxo de turismo para Amarante, sabendo nós que este pode ser um meio próprio gerador de riqueza. Acredita que Amarante, se tem oferta e recursos humanos, bastam pequenos gestos e, com alguma ousadia, Amarante poderá ganhar muito. O Doutor Jorge Mendes (representante dos TSD), centrou a sua intervenção no Urbanismo, Planeamento e Ambiente. Alertou para uma correcta gestão do território. Relacionou a rede urbana e a sua correcta mobilidade. Questionou as acções concretas realizadas pela CMA sobre o planeamento e que resultados se obtiveram. Lembrou que o PDM de Amarante foi aprovado em 1997. As Unidades operativas e de gestão não estão concluídas e faltam os planos de pormenor. Amarante deve repensar a sua forma de ordenamento. Dr. Araújo começou por louvar a iniciativa da Convenção e mostrou-se agradado com as intervenções acontecidas até ao momento. Ironizou, recorrendo à mensagem de Martin Luther King: “Eu (DR. Araujo) tive um sonho”… Sonhou que Amarante tinha uma Universidade; Uma Industria forte; Um Comércio tradicional forte; Um Turismo de qualidade; Um Rio limpo; Um Planeamento Urbano eficiente; Uma Mobilidade de trânsito eficaz; Vários projectos aprovados com o QREN; Uma Maternidade... Não morrendo de “apneia do sono”, acordou! Percebeu que a realidade é totalmente ao contrário. Afirma que a gestão do PS é feita “sem realismo, sem rasgo e sem projectos”. Não aproveita fundos, faz poucas realizações e sem sucesso. Entende que basta de gestão falhada, de oportunidades perdidas. Falou de como se pode melhorar Amarante. Entende que parte desta resolução passa pela vitória do PSD nas próximas eleições autárquicas. Daniel Soares (Vogal da JSD), numa breve intervenção muito focada no Centro histórico de Amarante, fez alguns reparos: não há lugares de estacionamento suficientes no Centro histórico; falta melhorar alguns espaços verdes; há vandalismo do Parque Florestal; é necessária a intervenção urgente em alguns monumentos: Igreja de S. domingos, Convento de Sta. Clara, Igreja de S. Pedro, antigos Paços do Concelho na rua da Cadeia, Solar dos Magalhães. Por último, pediu a implementação de políticas de valorização dos jovens. Daniel Pinto, numa curta intervenção, teceu considerações extra partidárias e de incentivo ao pleno uso e gozo de cidadania em Amarante. Pediu aos políticos para não inverterem regras básicas de civilidade. O Prof. Paulo Vasconcelos (Lomba), sentindo o peso de ser Presidente de Junta, falou da actualidade política em Amarante. Falou das dificuldades enfrentadas por um Presidente de Junta. Da falta de apoio e da dificuldade que é gerir uma freguesia sem recursos próprios. Falou das suas experiências no dia a dia na Junta de Freguesia. Deixou ainda alguns recados para o partido, referindo a sua obrigação de manter-se atento na defesa dos interesses do Município. Não admite desvios de comportamento àqueles que não querem servir o partido. Pede apoio incondicional às políticas assumidas pela CPS. Reconhece que o trabalho feito nas Juntas, pode servir de grande sustentabilidade ao partido. O Eng. Van Zeller falou como militante com mais de 30 anos de militância efectiva. Congratulou-se com o Evento realizado e com as boas intervenções e ideias apresentadas. Pediu que este exemplo tivesse seguimento. O Dr. Abel Afonso (Presiedente da Mesa) fez uma interpelação à intervenção proferida pelo Prof. Sérgio: o que pensava sobre o apoio dado ao desporto jovem em Amarante. O Prof. Sergio devolveu a pergunta, dizendo que não tinha uma percepção clara do que era o apoio dado, pois tendo passado já por várias instituições onde foi monitor, sempre teve dificuldade em aferir esse apoio tão necessário. Por último falou o Eng. Alberto Sampaio (Presidente da CPS). Cumprimentando toda a assembleia, começou por agradecer a boa condução dos trabalhos ao Presidente da Mesa Dr. Abel Afonso. Agradeceu todo o trabalho desenvolvido no concelho pela JSD, pelos Vereadores, pelos Presidentes de Junta, pelos Deputados Municipais e por todos os Presentes. Deu as boas vindas e desejou todo o sucesso pessoal ao novo Vereador Substituto, Maj. João Sardoeira, pois o seu sucesso político será seguramente todo Partido em Amarante. Fez um particular agradecimento aos presidentes de junta, dizendo que são os adidos avançados do PSD Amarante e que todo o seu trabalho é muito reconhecido pela CPS. Referiu que sem eles o PSD estaria condenado ao fracasso e à ineficiência política. Explicou o porquê da
|
|||
| Actualizado em Quinta, 12 Fevereiro 2009 15:22 |
JSD Amarante
Facebook JSD Amarnte
Utilizadores Online
Temos 1 visitante em linha
Produzido em Joomla!. Designed by: Free Joomla Theme, zend optimizer. Valid XHTML and CSS.





Iniciando a sessão, o presidente da Mesa e responsável pela condução dos trabalhos, Dr. Abel Afonso, dando as boas vindas, agradeceu a todos a presença. Reconhecendo a utilidade das imagens passadas no vídeo, lembrou que era urgente
O Presidente da JSD, Carlos Carvalho, através de uma intervenção centralizada nas preocupações da Juventude, enumerou uma sucessão de temas chave. Deixou propostas e desafios. Falou da Educação e da necessidade de criação de pólos públicos auxiliares de acção educativa. A nível de emprego, da necessidade de implementação de pólos de investigação e desenvolvimento, e da igual necessidade de implementação de uma rede municipal de apoio aos jovens empresários. Referiu a importância da Participação juvenil e da introdução da figura de Provedor da Juventude na autarquia. Na Intervenção social - Delinquência Juvenil, referiu a necessidade da introdução de uma política de planeamento familiar preventiva.Na Intervenção Social – Famílias jovens, focou a necessidade de apostar na
A Doutora Maria José Quintela (Vogal da CPS PSD Amarante), apoiada numa projecção multimédia, centrou a sua intervenção no exercício de uma Cidadania Plena, onde os direitos e as obrigações sejam mutuamente assumidos e respeitados, quer sejam colectivos ou individuais. Falou da influência que o ritmo de uma sociedade tecnológica provoca na nossa vivência diária. Deu exemplos do que se pretende para Amarante, centrando-se nos direitos e obrigações do cidadão; do direito à saúde; da estabilidade económica e da sua interferência nas famílias; do emprego; da Educação e dos cuidados a ter com o ambiente. Assumiu a discordância da opção do Presidente da Câmara, quanto à possibilidade de Amarante vir a ter uma Universidade Sénior: “Amarante não é uma cidade de velhos”, "onde estão os projectos para fixar os nossos jovens? nomeadamente ao nível da educação superior, do emprego, do lazer,etc". Continuou reafirmando pontos necessários que possam contribuir para uma boa qualidade de vida em Amarante.
Fechou com chave de ouro o Dr. Pedro Pinto (Presidente da CM de Paços de Ferreira, que veio essencialmente para partilhar alguma experiência no âmbito de uma gestão com sucesso na captação de investimento. Começou por referir que Paços de Ferreira captou investimentos muito importantes. Falou da importância de haver uma agenda política, coordenada com toda uma estratégia devidamente delineada. Disse: “Se não temos praia para trazer banhistas, com as acessibilidades que temos, só nos obrigamos a seguir outro caminho...” Pensou e programou toda uma forma de captar investimento interno e externo ao concelho. Teve de Planear bem. Pensou nos incentivos primários e mais necessários a disponibilizar. Sabendo que construir infra-estruturas custa muito dinheiro, e percebendo que o Município deveria dominar o preço dos terrenos disponíveis, avançou para uma de duas soluções: ou comprava todos os terrenos que aparecessem e futuramente disponibilizava sem especular a preços de mercado, ou fazia parcerias preferenciadas. Quis dar transparência e rigor a todo o processo de investimento. Convencido da importância de o investidor conhecer as regras, criou um regulamento do Investidor. Ciente das dúvidas e falta de conhecimentos do investidor, quis apoiar em matérias simples mas de complicada burocracia. O investidor não sabe de licenciamentos. Deu esclarecimentos práticos e imediatos através de um gabinete de apoio ao licenciamento. Deu apoio operacional no terreno. O Industrial tem de ter alguém em quem confiar. Como a negociação com privados era difícil, avançou para a negociação da compra de terrenos através da compra directa ou da per-equação. Neste processo de escolha investimento/estratégia, sabia que o financiamento era muito importante. Não podia estar a CM sozinha. Procurou parceiros privados e procurou a banca. Para poder recorrer ao crédito sem que pusesse em causa o aumento da dívida das finanças da CM, criou uma Empresa Municipal. Só assim é que poderia avançar, não punha em causa a CM e obrigava a Empresa Municipal a corresponder com a sustentabilidade nos negócios. Foi assim, com este horizonte aberto que conseguiu, entre 56 Municípios candidatos, atrair a Multinacional do IKEA para Paços de Ferreira. Um Investimento que em 20 anos será pago, mas dando o dobro em retorno directo de primeira linha para as finanças da CM. Sem contabilizar todos os outros retornos de proximidade e simpatia. Terminou dizendo que é importante que não se faça navegação à vista na governação e que a agenda por ciclo eleitoral não sirva para perpetuar no poder, mas antes para trazer melhoramentos e investimento. 